Peixes ornamentais: o quarto pet mais queridinho do Brasil

Nossa edição de abril traz o nosso caderno de Aquarismo, um hobby que nasceu há milênios e que foi se ampliando, modernizando com o passar do tempo.

O Aquarismo que conhecemos nasceu realmente na China durante a Dinastia Tang, entre os anos de 618 a 917 d.C., enquanto a Europa padecia sob as pestes, as guerras entre as centenas de feudos e as cruzadas, sobre os destroços do império romano. Durante a Dinastia Ming, por volta do século VI, o Aquarismo realmente se popularizou na China. Muitos dos famosos vasos Ming eram, na verdade, cubas onde era possível apreciar belos exemplares vermelhos de Kinguio, ou KIN-TSI-YU (pronuncia-se Quin-tchi-iu). No final do século XIV, os kinguios já eram bastante difundidos até mesmo entre a plebe. Surge o primeiro livro de Aquarismo, o Chi Shayu Pu, “O livro do peixe vermelho”, escrito por Chang Chi’en Te, publicado em 1596. No século XVIII, finalmente o Aquarismo chega timidamente à Europa, enriquecida pelos séculos de exploração de suas colônias orientais, americanas e africanas.

No século XVI, o cientista sueco Carl Von Linné, Linneu “para os íntimos”, responsável pelo sistema de classificação dos organismos vivos, a taxonomia, foi um dos grandes responsáveis pelos primeiros estudos aquariológicos e impulsionador do Aquarismo, já que mantinha em seu laboratório tanques de vidro onde mantinha os espécimes de peixe que estudava vindos de todo o mundo. Em maio de 1853, inaugurou-se o primeiro Aquário Público do mundo, no zoológico de Londres. Houve um repentino interesse das classes mais abastadas em manter peixes como elemento decorativo em suas casas. Espécimes até então desconhecidos eram trazidos das colônias europeias de todo o mundo. E, assim, o Aquarismo em 2019 aqui no Brasil é o 4º pet mais comercializado e apesar de muitos dizerem que o mercado de peixes ornamentais nacional está com os dias contados, as pesquisas dizem o contrário e o interesse nesse setor só cresce com a vontade das pessoas de ter um animal de estimação, mas ter pouco espaço em casa.

Além do destaque do caderno mencionado, também não podemos esquecer da Páscoa que cai esse ano no mês de abril e os cães e gatos, que agora podem desfrutar desse “fruto” que até então era proibido, mas agora o mercado tem uma infinidade de produtos específicos para esses animais.

Confiram!

Boa leitura!

 

 

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