Modo stand by

Chegamos a junho, metade do ano, e desde março estamos em stand by. Um compasso angustiante, muito mais para uns do que para outros em alguns pontos. Como muitos têm dito, estamos todos no mesmo mar, só que em embarcações diferentes e muitos à deriva.

De um lado é o coronavírus que, segundo dados do Ministério da Saúde, até o momento já matou mais de 30.000 brasileiros e de casos da doença confirmados, 555.383. O Brasil até o fim desse editorial é o segundo país do mundo com mais infectados. A taxa de letalidade da doença (ou seja, a relação entre mortes por casos confirmados) é de 5,6%.

Do outro lado estão os empresários, microempresários, prestadores de serviços, autônomos, que há mais de 70 dias viram seu faturamento despencar e muitos já não veem alternativa senão o encerramento de seu ganha-pão.

Reabrir a economia, esperar a taxa de internação nas vagas de UTI caírem, assim como a curva dos mortos flexibilizar?

O que fazer?

Essa é a pergunta do momento! Ninguém tem a resposta correta. O certo é que nem governo e nem população tomaram o caminho correto, todos tentaram dar o seu jeitinho brasileiro e agora já estamos rumo ao terceiro mês de incertezas e superando do jeito que dá os desafios diários.

E, com a chegada do Inverno, a previsão também não é das melhores para a propagação, mas temos que seguir e falando de negócios, que é o tema da nossa revista. Temos que tentar fazer do limão a limonada mais saborosa que der, buscar alternativas, se reinventar, aproveitar para estudar bem o setor e ver o que pode melhorar e o que faltava para o seu negócio se destacar.

Nossa edição traz um pouco de tudo sobre os temas mais relevantes da atualidade, que afetam e influenciam diretamente o nosso setor.

Seguimos, fortes e esperançosos, fazendo o nosso papel… Tudo vai passar!

Boa leitura!

 

 

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