Misturar finanças pessoais e jurídicas pode ser fatal para o negócio2 min para ler

Especialista explica como fazer essa separação de contas

Às vezes pode parecer meio óbvio, mas é muito importante para a sustentabilidade do negócio separar as contas pessoais com as da empresa. O erro pode se tornar uma fatalidade, e, ainda assim, é muito comum entre pequenos e médios empresários.

Talvez o empreendedor pense que tirar um pouquinho do caixa da empresa para pagar uma despesa pessoal não seja nada demais, mas a verdade é que, quem faz uma vez, pode fazer várias, e então, algo que era considerado bobo, se torna um vício perigoso.

Jorge Pessoa, diretor da Person Consultoria, explica quais as consequências desse hábito. “Essa prática pode trazer sérios problemas, a empresa pode ficar sem capital de giro para garantir as operações e, para saber se está tendo lucro ou não, é necessário identificar quais são os custos reais e quanto tem para pagar as contas do negócio.

Quando os gastos pessoais entram neste processo, dificulta a análise do rendimento”, destaca.

O primeiro passo para evitar este erro é não levar as finanças domésticas para a empresa e vice-versa. Outro ponto importante é separar as contas do banco, além disso é essencial definir os valores do pró-labore e também a data de retirada.

É aconselhável para as empresas que elas busquem ajuda de profissionais para conseguir manter as contas em dia e entender o capital de giro do negócio. “Este erro acontece, principalmente, em pequenas e médias empresas, porque elas não possuem um departamento específico que cuide desses processos, geralmente são os próprios donos de empresas que se encarregam disso, que acabam misturando as contas e não aceitam interferências a respeito. O que ele precisa entender é que a saúde da empresa é o mais importante, o resto é consequência”, finaliza Pessoa.

 

 

 

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